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Escola Ciranda Cirandinha - Escola de educação infantil - Google PESSOA
Escola Ciranda Cirandinha


MATRÍCULAS ABERTAS



   Fundada em 2006, a escola de educação infantil instituição privada, atende exclusivamente crianças de 0 a 06(seis) anos em período integral, no centro de Passo Fundo
   Está localizada na Rua Antonio Araújo , 687, centro. Atualmente a escola é um referencial na Educação Infantil e está preparada com estrutura para atender nos períodos matutino, vespertino e integral.

Missão: A Escola busca pautar o trabalho pedagógico em uma tendência dialética sócio- interacionista, (seguindo as idéias do construtivismo do Jean Piajet e Vygotsky). Nessa concepção, o conhecimento não é visto como algo posto ao aluno, mas como algo a ser produzido, construído por ele, considerando-o sujeito e não objeto da aprendizagem.

Visão: Ser um referencial de excelência educacional na formação integral da criança.

Valores: Em nossa concepção Educação Infantil não é apenas uma fase escolar. É um momento muito especial, marcado pela descoberta do mundo, pelo acesso aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. É na Educação Infantil que a criança aprende a se conhecer e, também, a conhecer o ambiente que a cerca, é um período repleto de estímulo, aprendizagem e conhecimento de um novo mundo composto de pessoas, valores e sentimentos.


Dúvidas? Sugestões! Entre em contato conosco.
Teremos prazer em atendê-lo.


Rua Antônio Araújo, 687
Bairro Armando Annes
Passo Fundo/RS
Telefone: 54-3312-0901



   A Escola de Educação Infantil Ciranda Cirandinha, busca qualidade na valorização do ser humano, atuando com responsabilidade no contexto social e cultural ao qual estão inseridos, promovendo o desenvolvimento integral da criança.
   Proporcionando bem-estar através do ambiente harmonioso e cooperativo, interagindo sempre com professores e alunos de maneira concreta e lúdica, enfatizando a articulação da família com a escola e a comunidade, a fim de que possam crescer e estabelecer uma maneira critica e criativa de pensar e ser cidadão, sabendo discernir e nortear sua trajetória de vida, respeitando direitos e deveres dos seus semelhantes, e perfeita sintonia com a realidade e o momento histórico vivenciado.
   Trabalhamos dentro de uma proposta sócio internacionalista, baseados no desenvolvimento da criança como um todo, visado seu conhecimento e socialização. Neste contexto a interação aluno, grupo e professor tem papel fundamental na construção de sua identidade e autonomia.



   A criança que passa a freqüentar a escola seja em período escolar, intermediário ou integral, necessita sem dúvida alguma ser alimentada. Mas além desta necessidade biológica, temos a preocupação de que o momento a alimentação proporcione também prazer e aprendizado, pois faz parte da nossa proposta educativa.
   Esta instituição procura garantir que a alimentação seja um momento de conhecimento, prazer pela ingestão de alimentos, atrativa quanto ao aspecto, textura, coloração, aroma e sabor, assim como satisfação pela saciedade da fome e das necessidades psicológicas e orgânicas (contato físico, afetivo e social com o grupo de crianças e educadores no momento da refeição).




Horário

Atividade

Turno

7:30 às 11:30

Atividades de recreação

Integral ou sob demanda.

11:30 às 12:00

Almoço

Integral ou sob demanda.

12:00 às 13:00

Descanso supervisionado

Integral ou sob demanda.

13:00 às 13:30

Recepção das crianças

Tarde

13:30 às 18:00

Atividades dirigidas

Tarde

18:00 ás 19:00

Entrega das crianças

Integral ou Tarde



Faixa etária:
Para crianças de 4 meses a 6 anos
 
Classes em funcionamento
Nível I  
4 meses até 1 ano
Nível II  – até  2 anos
Nível III
até 3 anos
Nível  IV – até 4 anos
Nível V   – até 5 anos
Nível VI 
até 6 anos
 
Disponibilidade de atendimento:
7:30h às 19:00h




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AGENDA
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro

13

Festa interna de carnaval

16-17

Feriadão de carnaval

18

Início das atividades do  1º semestre

23 à 28

Entrega do material escolar


08

Dia internacional da mulher

21

Início do outono


02

 Festa interna de Páscoa

03

Feriado - sexta-feira Santa

19

Dia do índio

21

 Feriado Tiradentes


01

 Dia do trabalhador

04-09

Semana de homenagem ás mães


01 à 05

Semana meio ambiente

04

Feriado – corpus christi

04 - 05

Feriadão

19

Festa junina


18 e 25

Entrega de avaliação 1º semestre

26

Dia dos avós

20 ás 31

Colônia de férias


03

Início das atividades 2º semestre

03 ás 08

Semana em homenagem aos pais

22

Dia do folclore


07

Independência do Brasil

20

Dia do gaúcho

21

Dia da arvore

22

Início da primavera


05 ás 09

Semana da criança

12

Feriado nossa senhora aparecida

13

Feriado dia do professor


02

Feriado finados

14 e 21

Entrega de avaliação 2º semestre

15

Proclamação da republica


08

Feriado - imaculada conceição

21/12 á 08/01

Férias coletiva dos professores e funcionários

11/01

Retorno das atividades



EVENTO
Dia dos Pais
Festa Avós
Folclore
Encontros de Formação com os Pais
Festa das Mães
Festa Junina 2012
Teatro
Copa
Festa Junina
Apresetação do Balé
Festa do Dia dos Avós
Festa do Dia dos Pais
Alimentação x Os Cinco Sentidos
Festa da Primavera
Projeto Folclore
Noite do Pijama
Semana Farroupilha
Festa do Cabelo Doido
Trânsito
Festa Semana das Crianças
Festa das Bruxas
Festa de Encerramento do Ano 2010
Colônia de Férias 2011
Carnaval 2011
Dia da Mulher
Páscoa 2011
Dia do Desafio 2011
Festa Junina 2011
Almoço Dia das Mães
Jornadinha
Museu de Artes Visuais Ruth Schineider
Teatro: Areia, um grãozinho apaixonado
Semana Farroupilha 2011
Semana da Criança
Balé
Festa de Encerramento 2011
Formatura 2011
Festa de Natal 2011
Dia das Mães
Páscoa 2012
formatura 14-12-2012
Festa de Natal 2012
Carnaval 2013
Páscoa 2013
Colônia de Férias
Festa Junina 2013
Dia das Mães 2013
Dia dos Pais 2013
Festa Fantasia 2013
Festa de encerramento 2013
Formatura 2013
Dias das Mães 2014
Festa Junina 2014
Dias dos Pais 2014
Festa Fantasia 2014
Final Ano 2014 - Pré
Final de Ano 2014
Formandos 2014
Páscoa

INFORMACAO
Adaptação
Agenda escolar
Aniversários
Saúde
Avaliação fonoaudiológica
Uniforme
Material escolar
Cardápios (Lanches/Refeições)
Reuniões e Relatórios
Calendário escolar
Entrega do aluno
Objetivos gerais
Aulas curriculares
Aulas extras
Lista de materiais de 2015

   O período de adaptação é muito importante para que a criança não se sinta angustiada ou insegura, longe da presença da família. Nesse período o professor e demais funcionários darão uma atenção especial para que a criança sinta-se acolhida e amparada.
   O processo será em horário progressivo durante a primeira semana de permanência da criança na escola, considerando-se sua faixa etária e disponibilidade dos pais. Este período poderá ser estendido ou não, dependendo da ambientação da criança e sua evolução.
   Haverá uma entrevista com os pais para o fornecimento das informações gerais da criança, sendo estes dados renovados quando necessário pela psicóloga ou em horário previamente agendado pelos pais.


   Todo o aluno deverá ter sua agenda escolar padronizada. Esta agenda deverá ser verificada, enviada e assinada diariamente, mesmo que não queira mandar nenhum recado.

   Os pais que estiverem interessados em realizar o aniversário de seu(sua) filho(a) na Escola deverão entrar em contato com a Secretaria.

   Qualquer anormalidade de saúde ou orientação na administração de medicamentos, esses, restritos de uso próprio de cada aluno, sem a interferência da escola (medicamento da escola), deverá ser comunicada por escrito, na agenda escolar.
   Deverá constar no vidro o nome do aluno, o horário no qual deverá ser tomada a dose do remédio.
   O aluno com suspeita ou diagnóstico de doença contagiosa deverá permanecer em casa até ser curado completamente, visto que seu organismo encontra-se debilitado, o que facilita a aquisição de outras doenças e complicações.
Mantemos uma pasta de saúde da criança com o registro de todas as informações a seu respeito. Os pais são comunicados sempre que houver intercorrência de saúde.

                                                  Convenio / saúde
   Em caso de emergência médica, possuímos um convênio SOS (unimed) onde o aluno será encaminhado e prontamente atendido no caso de emergência.
  Portanto, a equipe da Escola de Educação Infantil Ciranda Cirandinha  proporciona a seus alunos a possibilidade de um desenvolvimento sadio e seguro, respeitando as diferenças, facilitando a integração social no grupo e na sociedade.


   É de praxe da escola a realização do acompanhamento de fala, linguagem e audição, onde todos os alunos, caso necessário serão avaliados e encaminhados para  fonoaudióloga, bem como a orientação junto aos pais.

   O uso diário do uniforme é obrigatório, sendo incentivado o uso no se dia a dia . É obrigatório para todas as turmas, em dias de passeio. Os pedidos dos uniformes são feitos diretamente na secretaria.

   Será utilizado desde a turma do berçário, onde o aluno, no ato da matrícula, receberá uma lista. A entrega do mesmo deverá ser conforme o combinado no ato da matricula.

   Estão anexos na agenda escolar do aluno. São de responsabilidade  da nutricionista.
   Também fica disponível aos pais em caso de restrições alimentares. Para reorganização de cardápios.


   Os pais têm a oportunidade de acompanhar e receber orientações sobre o desenvolvimento da criança e do grupo das reuniões bimestrais marcadas no calendário escolar, quando serão apresentados os projetos desenvolvidos e o relatório individual.
   As reuniões individuais deverão ser agendadas previamente de segunda a sexta-feira, via agenda do aluno ou por telefone.
   A diretora pedagógica estará disponível para quaisquer esclarecimentos e/ou dúvidas, devendo também previamente ser agendado um horário.
A secretaria da escola atenderá diariamente das 8h00 as 12h00 e das 13h00 as 18h00.


   Está impresso na agenda do aluno e prevê as datas das principais atividades e eventos realizados na escola, bem como o período de fechamento para as férias coletivas e eventuais emendas de feriados. Alterações são comunicadas com antecedência.

   O aluno só será retirado da escola pelo responsável ou pessoa autorizada na ficha de identificação do aluno, previamente e preferivelmente por escrito e munida de documento.

   Proporcionar as crianças à possibilidade de desenvolvimento pleno, a partir de suas aptidões, habilidades, afetividade e da sua socialização. Nesse processo, respeitando as diferenças e ritmos individuais, facilitando assim a integração social da criança no grupo e na vida.

Oficina de artes
   Proporcionar as crianças uma prática em torno da aprendizagem em arte, garantindo oportunidades para que possam ampliar seus conhecimentos de mundo que possuem, manipulando diferentes materiais.
   Produzindo trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho,  da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação

Para os alunos a partir do nível I (incluído na mensalidade);
Teatro
   Dramatizar a realidade é apropriar-se dela para poder entender a vida, os diferentes papéis sociais e as relações entre eles. O teatro na Educação Infantil trata-se mais de um grande jogo dramático, onde brincando exercitam outros tons de voz, testam a autoridade ou a submissão, a coragem e o medo. Fantoches, marionetes, fantasias e maquiagens contribuem para esse exercício de faz de conta e também compõem esse delicioso cenário.

Para os alunos a partir do nível II (incluído na mensalidade);
Culinária
   “Vamos fazer o bolo da Galinha RUIVA?” A resposta da turma do nível III foi unânime: SIM! A culinária pode surgir em vários contextos. Quer seja a partir de uma história, quer seja a partir do conhecimento de outras culturas e seus alimentos, quer seja a partir de um projeto que enfoque a preferência culinária de cada elemento da turma.

Para os alunos a partir do Infantil II (incluído na mensalidade)
Jogos
   Os jogos desenvolvem a linguagem e as habilidades sociais, pois levam as crianças a negociar com os colegas as regras e a divisão de papéis.
   Em relação à formação de atitudes, desde cedo é possível ensinar regras de conduta que os acompanharão por toda a vida. Dar o exemplo, nesse caso, é tão importante quanto falar. As crianças adquirem atitudes adequadas imitando os adultos que tem como referência. A educação deve incluir não só o que se diz, mas sobretudo o que se faz.

Para os alunos a partir do Infantil III (incluído na mensalidade);
Literatura
   As histórias de faz-de-conta representam experiências da vida real e acabam trazendo à tona os desejos, as preocupações e os medos infantis.
   É também suscitar o imaginário, é ter a curiosidade respondida em relação a tantas perguntas. É uma possibilidade de descobrir o mundo imenso dos conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivemos e atravessamos. É ouvindo histórias que se pode sentir emoções importantes, como tristeza, raiva, irritação, o bem estar, sentir e enxergar com os olhos imaginários.


Inglês
   Para os alunos a partir do nível 3 (opcional não incluído na mensalidade);

Ballet
   Para os alunos a partir do nível 3 (opcional não incluído na mensalidade);

Colônia  de férias
   Nos meses de Janeiro e Julho
  Equipe da Escola de Educação Infantil Ciranda Cirandinha proporciona a seus alunos atividades diversificadas trabalhando de maneira lúdica e prazerosa, proporcionando passeios  e eventos na escola.


Baixe a lista de material desejado abaixo:

>> Nível 1

>> Nível 2

>> Nível 3


>> Nível 4 e 5


PROJETO
Colônia de férias 2015

A Escola de Educação Infantil Ciranda Cirandinha promove para os períodos de janeiro e fevereiro atividades alternativas de férias para atender nossos alunos. Sempre pensamos numa programação especial incluindo passeios, teatro, oficinas de arte e muitas brincadeiras para alegrar as crianças presentes, de modo que possam usufruir a escola sentindo-se em férias.




SUGESTAOCARDAPIO
Sujestão de Alimentação
Receitas para Semana farroupilha
Receitas para Páscoa
Cardápio de 2015
Nutrição Saudável

10 Passos para alimentação saudável para todas as faixas etárias

   1) Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições.
   2) Inclua diariamente 6 porções do grupo do cereais(arroz, milho, trigo pães e mas-sas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca/macaxeira/aipim nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimen¬tos naturais.
   3) Coma diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como parte das refeições e 3 porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.
   4) Coma feijão com arroz todos os dias ou , pelo menos, 5 vezes por semana. Esse pra¬to brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.
   5) Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis!
   6) Consuma, no máximo, 1 porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou marga¬rina. Fique atento aos rótulos dos alimen¬tos e escolha aqueles com menores quantidades de gorduras trans.
   7) Evite refrigerantes e sucos industrializa¬dos, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação.
   8) Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer, charque, sal-sicha, lingüiça, presunto, salgadinhos, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.
   9) Beba pelo menos 2 litros (6 a 8 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.
  10) Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade físi-ca todos os dias e evite as bebidas alcoóli¬cas e o fumo. Mantenha o peso dentro de limites saudáveis.

Fonte: Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Ministério da Saúde


Em caso de dúvidas procure sempre um nutricionista.

Nutricionista Kely Szymanski- email: nutricionistakely@yahoo.com.br

Macarrão de forno com batata palha

Ingredientes:
- 500g de macarrão tipo ninho estreito
-  200g de presunto cozido
- 200 g de queijo mussarela
- 1 copo de requeijão
- 1 lata de ervilha
- 1 lata de milho verde
- molho de tomate
- 1 pacote de batata palha.

Modo de preparo:
   Aquecer o molho pronto ou fazer um molho de tomate com cebola e reservar.
   Corte os frios em cubos pequenos de aproximadamente 2 cm e mistura com o milho a ervilha e o requeijão. Formando assim uma pasta.
   Em um refratário disponha os ninhos das massas até forrá-la. Coloque em cima de cada ninho a pasta até cobrir todo o refratário. Coloque o molho vermelho por cima encobrindo para o cozimento.
   Leve ao forno pré aquecido ( 180ºC) por durante 40 minutos ou até a massa estiver cozida. Colocar papel laminado para facilitar o cozimento.
   Antes de servir coloque a batata palha.

   Rendimento: 8 crianças.




Setembro 2010
Nutr. Kely Szymanski
CRN2 8997

1) Revirado de feijão ou Feijão tropeiro
Ingredientes:
• 1/2 kg de feijão
• 1 kg de costelinha de porco
• 1kg de lingüiça de porco
• 1kg de torresmo
• 1 maço de cebolinha com salsinha
• 1 maço de couve
• 200 g de farinha de milho
• 6 ovos
• 6 dentes de alho
• sal
• corante
• pimenta

Modo de preparo
Cozinhar o feijão mais firme, lavar e colocar para escorrer. Fritar a costelinha, torresmo e a lingüiça separados, e tirar da gordura. Picar a cebolinha e a salsinha, picar a couve bem fininha, cozinhar os ovos. socar o tempero com sal, alho e pimenta. Colocar a gordura para esquentar, jogar o tempero e deixar dourar, colocar o corante e jogar a cebolinha e a salsinha: desligar e colocar a couve. Misturar bem se quiser colocar um pouco mais de pimenta. Em seguida colocar o feijão misturando bem, depois ir colocando a farinha de milho aos poucos, mexendo devagar para não quebrar os flocos de milho. Forrar uma gamela com folhas de couve e colocar o feijão, cobrindo-o com a costelinha, lingüiça o torresmo e os ovos cozidos cortados em rodelas.

2) Bolinho de chuva
Ingredientes
• 1 xícara de farinha de trigo
• 1 xícara de amido de milho
• 1/2 xícara de leite
• 2 ovos
• 4 colheres de sopa de açúcar
• 1 colher de sopa de fermento em pó
• 2 bananas nanicas maduras
• 100g de goiabada
• óleo para fritar
• canela em pó e açúcar

Modo de preparo:
Bata os ovos com açúcar e em seguida adicione a farinha de trigo, o amido de milho, o leite e o fermento em pó. Por fim, adicione na massa a banana cortada em rodelas e a goiabada cortada em cubinhos. Com uma colher pegue um pouco da massa juntamente com uma rodela de banana ou um pedaço de goiabada e coloque em uma panela para fritar em óleo bem quente (repita a operação até acabar a massa). Depois de frita escorra em papel absorvente e então passe os bolinhos de chuva no açúcar com canela.

3) Grostoli
Ingredientes
• 3 ovos
• 1 copo de água
• 5 colheres de açúcar
• 5 colheres de cachaça
• 5 colheres de azeite
• 1 pitada de sal
• 1 envelope de açúcar de baunilha

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes e amasse até a massa ficar lisa. Sove bem. Deixe descansar por 1 hora e meia. Sove novamente. Abra a massa com o rolo, aumentando a pressão no rolo até que ela fique bem fininha. Corte em quadrados e frite em óleo quente. Escorra-os em papel absorvente e polvilhe com açúcar.


SALADA COLORIDA
Ingredientes:
1 cenoura em lâminas
Folhas de sua preferência (alface lisa, alface crespa, rúcula, agrião, radicchio)
Molho:
Sal e pimenta do reino
4 colheres de sopa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de cebola picada
4 colheres de sopa de suco de limão
Modo de preparo:
1.Disponha as folhas lavadas e escorridas em uma travessa, mesclando as cores. Decore com as lâminas de cenoura.
2.Misture os ingredientes do molho e regue a salada.
Valor nutricional: 65 calorias a porção, rende 8 porções.

ARROZ DE PÁSCOA
Ingredientes:
2 xícaras chá de arroz branco
4 xícaras chá de água fervente
½ xícara chá uva passas sem sementes
1 dente de alho picado
1 cebola pequena ralada
1 cubo de caldo de galinha
3 colheres sopa de óleo
1 peito de frango sem pele
1 xícara chá batata palha
1 xícara chá castanha do Pará picadas
Cheiro verde picadinho
Modo de preparo:
1.Cozinhe o peito de frango com temperos a gosto até ficar macio. Retire do fogo, espere esfriar e corte em cubos;
2.Aqueça o óleo e refogue a cebola, o alho até começar a dourar;
3.Junte o arroz e refogue por 5 minutos. Adicione o caldo de galinha dissolvido em água quente e as passas e cozinhe até ficar macio e soltinho. Desligue o fogo e deixe repousar com a panela tampada por 7 ou 8 minutos.
4.Em uma frigideira doure com óleo os cubos de frango aos poucos.
5.Agregue o frango, a batata e a castanha ao arroz. Passe para uma travessa e decore com cheiro verde.
Valor nutricional: 535 calorias a porção

BACALHAU AO FORNO
Ingredientes:
750 gr bacalhau dessalgado
½ kg batata bolinhas
300 gr cebolas miúdas
3 ovoc cozidos, cortados em 4
12 azeitonas pretas
1 pimentão verde e 1 vermelho em tirinhas
Buques de 1 brócolis ninja pequeno aferventado e escorrido
3 col sopa de óleo
Sal se necessário
Modo de preparo:
1.Corte o bacalhau em postas médias, cozinhe e elimine pele e espinhas.
2.Cozinhe a batata com casca até ficar macia, porém firme.
3.Descasque e afervente a cebola por 8 minutos.
4.Aqueça o óleo e refogue as cebolas pré-cozidas e os pimentões até murcharem rapidamente.
5.Disponha o bacalhau em uma travessa, alternando com o refogado e os demais ingredientes (exceto azeitona e ovos). Regue com o azeite, cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio-alto (220ºC) por 25 minutos. Retire do forno, regue com azeite e decore com o ovo e azeitonas.
Valor nutricional: 384 calorias a porção

PAVE DE CHOCOLATE E MORANGO
Ingredientes:
Base: 3 xícaras chá de pão de ló de chocolate cortado em cubos
Recheio e cobertura:
250 gr creme de leite fresco batido com 1 colher sopa de açúcar de confeitero em ponto de chantily
250 gr chocolate ao leite picado
1 caixinha de creme de leite
300 gr morango fatiados (reserve 6 para decorar)
Modo de preparo:
1.Derreta o chocolate em banho-maria, junte o creme de leite e mexa até formar um creme liso.
2.Numa taça, alterne camadas de bolo, creme de chocolate, chantily e morango. Finalize com chantily, morango e creme de chocolate.
Valor nutricional: 462 calorias por porção.


Clique no link abaixo para visualizar/baixar o cardápio de 2015.

>> Cardápio 2015 <<

>> Cardápio Bercário <<

   Sem substitutos! Muitas vezes, a criança não quer comer arroz e feijão e os pais cedem dando mamadeira. Esse erro é muito comum! Se o pequeno convencer os pais uma vez, prepara-se! Ele vai aprender que a tática funcionou e pode querer repeti-la sempre.

http://www.escolacirandacirandinha.com.br/imagens/cardapio/nutricao-maio.pdf


SUGESTAOLEITURA
Acesse os links que consideramos interessantes
Falta Limites
Sugestão de leitura para os pais
Video sobre Adaptação na Escola
Brincar produz brinquedos!

Acesse aqui links que consideramos interessantes para pais e filhos. Bom divertimento!

Site de Dicas
www.sitededicas.uol.com.br
Mingau Digital
www.mingaudigital.com.br
Canal Kids
www.canalkids.com.br
Discovery Kids Brasil
www.discoverykidsbrasil.com.br
Ziraldo
www.ziraldo.com.br
Divertudo
www.divertudo.com.br
Barbie
www.barbie.com
Nova Escola
www.novaescola.com.br
MEC
www.mec.gov.br
Livros Infantis
www.livrosinfantis.com.br
Contando História
www.contandohistoria.com
Smartkids
www.smartkids.com.br
Turma da Mônica
www.turmadamonica.com.br
Mônica
www.monica.com.br
Palavra Cantada
www.palavracantada.com.br
TV Cultura
www.tvcultura.com.br
Portal Positivo
www.portalpositivo.com.br

   Parte de um texto sobre limites de Marcelo Cunha Bueno, educador e diretor pedagógico da escola Estilo de Aprender/ São Paulo. É um texto interessante que orienta os pais com relação à questão dos limites e as posturas que devemos tomar frente estas situações. Boa Leitura! Um abraço, Coordenação Pedagógica.
FALTA LIMITES? DE QUEM, CRIANÇAS OU ADULTOS?
   Muitas famílias me procuram para conversar a respeito de limites e de uma tal de “agressividade” infantil. Trazem os mais diferentes relatos de espancamento, cusparadas, mordidas e empurrões. Falam dos escândalos em lugares públicos, em festas de crianças, na porta da escola... Sempre se perguntam se a criança tem algum problema, se esse comportamento acontece também no espaço escolar. Sempre trazem a mesma questão: como colocar limites? Como fazer para a criança obedecer e se tornar educada?
   São dois pontos importantes e que estão ligados a dois aspectos: um de ordem conceitual, pois existe um modelo de criança esperado pelas famílias, portanto, uma concepção de infância, e outro, de ordem “prática”, que está relacionado ao conceitual, que dirá o que fazer nessas situações.
   Muitas famílias outorgam às crianças poderes de adultos. Escolhem se vão viajar ou não, se vão sair à noite ou não, escolhem os próprios castigos e até se querem ir à escola. Criança não pode fazer isso. Não pode porque é função do responsável por ela. Isso não é criar uma relação democrática, entre iguais. Isso é colocar um peso que o corpo e a mente da criança não suportaria! Isso é deslocar o papel de pai e mãe para uma instância fora do que seria uma referência para as crianças. Outra coisa: pais e mães, e professores também, devem aprender o valor afetivo do “não”. Um não que acolhe, um não que oferece limites, um não que educa. É mais difícil para as crianças conviverem com o não do que com a ausência dele. Já vi diversas vezes mães e pais, depois de uma cena de escândalo de seus filhos, que não conseguiram o que queriam, voltarem atrás e dizerem: “Só dessa vez!”. Isso é ausência de autoridade.
   Muitos familiares, para evitar cenas de birra em público, acabam cedendo às pressões dos filhos e filhas e, com isso, prestam um desserviço à educação dos mesmos. Depois de um tempo, de tomar tanto na cara, pais e mães perdem a paciência e partem para a autoridade que não queriam ter: revidam a desobediência com os mesmos tapas e gritos das crianças.
   Bem, em escola, é bem comum ver aquelas crianças que batem mais, que resolvem seus conflitos de forma mais corporal, ou seja, com tapas e pontapés. Ou crianças que tentam, por meio de gritos e choros, conseguir o que querem. Isso não pode ser “uma coisa de criança” e simplesmente deixar acontecer, pois seria pensar a criança como aquele ideal infantil. Isso deve ser resolvido. Se ela sempre bate nos amigos, o professor deve fazer algo com ela. LIMITES! Sinto que muitas escolas e muitos professores têm medo de dizer não, de colocar limites também. Isso não pode acontecer. Se escola é um espaço repleto de regras, é repleto, portanto, de transgressões, então, a mesma deve se preparar para lidar com isso. De forma clara e direta, sem rodeios.
   Clareza é a chave para o sucesso! Ser franco e direto alivia a criança da angústia das decisões tardias dos adultos. As crianças precisam de limites no momento que os pedem. Fica mais fácil para aprender, fica mais fácil para crescer. Colocar limites é fundamental para que construam um espaço, digamos, assim, geográfico das relações sociais. Não adianta ameaças e ceninhas, as crianças precisam de ação. O que pode, pode, o que não pode, não pode e pronto. Elas esperneiam, choram, mas todos sabem o fim, é preciso ser firme e ter paciência.
   Não adianta fazer malabarismos na educação de crianças. É preciso ter firmeza nas palavras, fazer valer diante das situações. Colocar a regra e que tipo de intervenção irá acontecer quando ela for descumprida. A criança vai checar para ver se ela continua valendo, se o pai e a mãe realmente sabem o que fazem e dizem. Existe família que acha que isso é pouco caso, repetir a mesma bagunça... mas não é não, muito pelo contrário... é por fazer muito caso, é por dar muita importância, que a criança repete as cenas.
   Na verdade, podemos dizer que a tal “agressividade infantil”, ou coisa que o valha, é, muitas vezes, um pedido de socorro. Um pedido pela presença do adulto, um pedido que deve ter começado lá atrás, desde cedo, e que as famílias não souberam ou não quiseram ler. É preciso também colocar limites nas ações dos adultos, pois eles são os únicos responsáveis pelas crianças que cuidam.
   Quando aprendemos a ler as crianças e sempre colocamos as coisas nos lugares, conseguimos identificar melhor o que acontece realmente com elas, ou seja, quando é um pedido de socorro e quando é um ato violento. Por isso, pais e mães devem se aliar às escolas para entenderem e se formarem melhor quando o assunto é limites. Devem conversar bastante com professores para perceber quais comportamentos também fazem parte da vida da criança, pois, se na escola é tão diferente do que acontece em casa, algo está dissonante!


PRIMEIROS DIAS NA ESCOLA

   A chegada da criança á escola é um momento de grande importância, tanto para a criança como também aos pais e professores.
   Nesse momento inicial na escola, os comportamentos da criança podem ser bem diversos. Por isso, é importante que os pais tenham consciência de que as emoções, reações e comportamento sofrem variações inesperadas. Cada situação será vivida pela criança de maneira única e cada criança poderá apresentar comportamentos distintos em sua adaptação.
   Nesse período, a criança pode não chorar, e com o passar de alguns dias, pode vir a começar a chorar. Outras crianças podem apresentar choro quando se aproximam da escola, desde o primeiro dia; outras choram quando colocam o uniforme em casa.
   É preciso tranqüilidade para que esse momento de adaptação não seja um gerador de conflitos e ansiedade por parte dos pais, gerando insegurança e ansiedade na criança.
   É normal que algumas crianças apresentem comportamentos diferentes daqueles que normalmente apresentam em casa. Algumas vezes, a criança sofre alterações no apetite, no sono, retoma palavras e formas de falar de etapas de sua infância já superadas, apresenta comportamentos de fases anteriores de desenvolvimento, pode não interagir com outras crianças e ficar isolada, criar dependência por uma determinada pessoa ou objeto, como chupeta, roupa de uma pessoa querida.
   O momento de despedida da família, no início da aula é de extrema importância para a criança. Assim, é preciso que os pais se despeçam dela de maneira rápida, dando-lhe um beijo e dizendo de maneira firme que logo estarão de volta para buscá-la. Depois dessa despedida, os pais devem se retirar, mesmo que a criança chore. Ela estará muito bem amparada pelo professor, que logo vai distrair sua atenção com as opções de brinquedos e de brincadeiras que organizou.
   Em hipótese alguma os pais devem sair da escola sem se despedir da criança, com se estivesse fugindo dela. Esse comportamento pode transmitir muita insegurança e tornar a adaptação muito difícil.
   É fundamental que a escola e pais façam um trabalho colaborativo nesse momento de adaptação para que, assim, possam oferecer o melhor atendimento para a criança. Juntos podem transmitir segurança.
   Somente nos primeiros dias da criança na escola, é comum haver a solicitação da presença de um familiar (pai-mãe) para facilitar a adaptação ao novo ambiente e ás pessoas que fazem parte dele, levando a criança a se sentir mais segura e confiante.
   A saída desse acompanhante da criança deverá ocorrer de forma gradativa, até que a criança esteja totalmente adaptada á sua nova rotina.
   Portanto, faz-se necessário que nos primeiros momentos da criança na escola, família e profissionais estejam envolvidos para desenvolver um trabalho organizado e que transmita segurança e bem-estar á criança, além de momentos divertidos e prazerosos nas brincadeiras com os colegas.
   Livro para os pais – Coleção mais cores educação infantil – Editora positivo


AGRESSIVIDADE OU APRENDIZAGEM?
MORDIDAS
   Mordidas sempre acabam causando reações nos pais. Afinal, nenhum pai gosta que seu filho seja mordido ou que morda alguém.
   A situação da mordida é muito difícil para as famílias, tato daquele aluno que mordeu quanto daquele que foi mordido. Os pais de uma criança mordida acabam se culpando por deixar o filho exposto a essa situação; e os pais do aluno que mordeu sentem-se envergonhado pela atitude do filho.
   Mas, é preciso considerar que o primeiro contato da criança com o mundo é pela boca. Todo ser humano tem a necessidade da descoberta, e a criança pequena, toda vez que coloca um objeto na boca, amplia o conhecimento que possui sobre o meio que a rodeia. Tem a percepção dos objetos pelo peso, textura, tamanho, forma e pelas reações que suas atitudes podem causar.
   Aceitar ou rejeitar um alimento, por exemplo, é uma das formas de comunicar as suas vontades e desejos. Isso acontece também com a mordida.
   A mordida pode representar a insatisfação pelo fato de o colega ter pego um brinquedo seu; pode ser uma forma de chamar a atenção dos adultos para que lhes destine maior atenção; pode ser também uma forma de liberar sentimentos que não está sabendo lidar, como a retirada abrupta da chupeta, por exemplo.
   Há outras situações que podem levar a criança a se utilizar da mordida nas suas relações com os colegas da sala: por mera brincadeira! Afinal, é comum alguns pais expressarem carinho em seus filhos fazendo de conta que estão mordendo e com comentários como “você é tão fofinho que até dá vontade de dar uma mordida...”. Nessas situações, a criança costuma achar graça, dar gargalhada e acaba se divertindo com a brincadeira.
   Geralmente essa atitude gera um modelo de imitação à criança, levando-a a fazer a mesma coisa com seus colegas, na escola. A grande diferença é que a criança não tem domínio da força que imprime á brincadeira e acaba mordendo o colega de verdade.
   É comum também que a mordida aconteça em uma situação nova, como a chegada de uma criança á sala de aula. A ansiedade, se não for bem conduzida, pode ser descarregada sob a forma de mordidas.
   A criança que morde ainda não está sabendo lidar ou controlar adequadamente suas emoções. Quando morde está externando sentimentos que não estão sendo compreendidos. Logo, precisa de ajuda! O professor vai acompanhar a criança auxiliando-a em todos os momentos para que ela  aprenda a negociar brinquedos, a solucionar conflitos por meio da conversa e a controlar suas emoções, como a raiva por não ter conseguido o brinquedo que desejava e ter de aguardar o colega que o está utilizando, por exemplo.
   Ao mesmo tempo, o professor estará estimulando as demais crianças da classe a se defenderem, para não serem mordidas. Verifica-se, portanto, que o trabalho é conduzido nos dois sentidos: tanto com a criança que morde, quanto com aquela que é mordida.
   Na escola, as crianças precisam lidar com regras que não existem em casa. Uma dessas regras é aprender a dividir objetos e espaços com os colegas, a cooperar com as atividades. As crianças que mordem nessas situações estão sinalizando que não estão preparadas para lidar com a necessidade de emprestar objetos, de compartilhar brinquedos e a atenção do professor, por exemplo, demonstram que ainda precisam entender melhor como se  dão os relacionamentos entre as pessoas na escola. Por isso, de um a dois anos de idade. É muito natural que as mordidas aconteçam porque a criança está aprendendo a se relacionar.
   Como os pais e educadores devem lidar com essa situação?
Veja algumas dicas:
• Procure descobrir o motivo que está gerando essa atitude – a mordida.
• Converse com a criança e explique que não é assim que se deve agir, pois está machucando alguém. Por meio do diálogo, a criança consegue compreender que a sua atitude não está sendo correta, principalmente se ela possuir mais de dois anos de idade.
• Alerte a criança de que o colega não esta gostando do que ela fez. A criança que foi mordida deve ser estimulada a verbalizar seu desagrado ao colega que a mordeu.
• Nunca use de agressividade com a criança que morde isso não irá ajudá-la a entender que está errada. Geralmente as crianças que mordem não têm noção de sua força e não percebem que estão machucando o colega.

   Para crianças com mais de dois anos, morder pode ser a saída ou a alternativa que encontrou para externar seus sentimentos; porém, nessa idade, a criança já adquiriu condições para se expressar de outras formas. Por isso, pode ser orientada a agir diferente. Entra em cena, portanto, o papel do professor que irá conduzir a criança a resolver seus conflitos sem necessitar do uso de mordidas para isso.
   Livro para os pais – Coleção mais cores educação infantil – Editora positivo


CHOROS E BIRRAS
   Os comportamentos da criança quando não consegue o que quer podem ser muito variáveis. Ela pode chorar sem parar, pode ficar só choramingando, pode também demonstrar seu contragosto ficando muito zangada, por exemplo.
   É natural esse comportamento, afinal, ela precisa externar seus sentimentos.
   Mas, quando esses comportamentos se tornam freqüentes, eles podem ser classificados como “birra”. A frequência desses comportamentos é um sinal de que a criança precisa de ajuda, pois não está encontrando outra forma de expressar o que sente ou de encontrar alternativas para lidar com sua frustração.
   É preciso que os pais ajudem as crianças indicando-lhes novas formas ou opção de se expressar, para que assim não se irritem de maneira desnecessária e não chorem descontroladamente. Os pais podem mostrar, por meio da conversa, que tudo pode ser resolvido, e muitas vezes o “não” é preciso e que o seu desejo do momento pode ser correspondido dali a alguns instantes.
   O choro e a birra são causados quase sempre por uma frustração. Portanto, é muito fácil perceber quando o choro ocorrer por birra ou em conseqüência de outros fatos.
   Os pais precisam ficar muito atentos, pois a birra pode perturbá-los ao ponto de cederem e concederem á criança aquilo que ela deseja e que não está de acordo com a situação, como permitir que ela tenha direito á sobremesa antes mesmo de fazer a refeição. Se os pais cederem e derem a sobremesa, certamente a criança vai se utilizar desse mesmo comportamento para conseguir o que deseja, seja uma situação semelhante á descrita ou outras, bem diversas.
   Recomenda-se sempre que os pais mantenham a calma e se mostrem firme, sem voltar atrás ao que estabeleceram e combinaram previamente com a criança. Agindo assim, a tendência é a criança perceber o comportamento dos pais e concluir que seu choro não levará a conseguir o que deseja. O caminho sempre será o diálogo.
   É preciso lembrar sempre que para haver o “espetáculo da birra” é preciso te “platéia”; portanto, se a birra não receber atenção dos pais, a criança não terá porque ficar apresentando aquele comportamento e logo para de agir assim.
   Mas, há casos em que a birra foge do controle da própria criança. Portanto, é preciso ajudá-la. Pegá-la carinhosamente no colo, confortá-la, oferecer-lhe água, dar-lhe um amoroso abraço, sem deixar de mencionar claramente que aquele comportamento não vai mudar a sua decisão.
   Quando as crianças já falam com clareza, os pais e os educadores podem dar espaço para que haja uma nova negociação, mostrando que elas não precisam fazer birra e que podem resolver a situação com uma boa conversa.
   Ao contrário do que muita gente pensa, lidar com essa situação não é difícil. É preciso ter firmeza, sem perder o carinho pela criança. É crucial os pais serem sensíveis para entender esses comportamentos e saber conduzi-los, afinal  por toda a vida a criança vai se deparar com regras sociais, com limites que indicam e determinam deveres e direitos.
   Portanto, é preciso que as nossas crianças aprendam a lidar com frustrações.
   É de grande valor que os pais e educadores troquem informações sobre o comportamento da criança, para que assim possam estabelecer a melhor forma de conduzir as situações, ensinando-a a aprender a conviver em sociedade.

Livro para os pais – Coleção mais cores educação infantil – Editora positivo



   A tecnologia das indústrias de brinquedos nos oferece cada vez mais uma série de lugares estonteantes. As lojas, os quartos das crianças, as escolas, as áreas destinadas à recreação e lazer se tornam espaços onde crianças e adultos permanecem alienados, absorvidos pelos atrativos dos objetos. Bonecas que falam, choram, sorriem, caminham, sujam as fraldas, cantam, dançam; carrinhos que correm, saltam, fazem piruetas, se transformam; aparatos que só necessitam que se pressione um botão para que acendam luzes, toquem música, mexam-se, modifiquem-se.
   Além de todos os acessórios que os brinquedos trazem consigo, também oferecem um adicional interessante: não é preciso brincar com eles, eles já brincam sozinhos! Não raro escutamos os adultos se lastimando: “Na minha infância não tínhamos brinquedos. Tínhamos que fazer de um sabugo de milho uma boneca e os carrinhos eram os tocos de árvore que encontrávamos”. Talvez por isso a infância, naquela época, não apresentava tantas “patologias”.
   Para brincar não é necessária uma infinidade de brinquedos e objetos ultramodernos. O ato de brincar produz o brinquedo. Não é o brinquedo, somente, que faz o ato de brincar. Podemos observar isso na reação de algumas crianças frente a alguns brinquedos: olham, fascinam-se, apertam os botões, observam o que acontece. Como o brinquedo oferece restritas possibilidades de que a criança invente, modifique, crie uma cena em que ela e o brinquedo sejam personagens, e não oferece possibilidade além do que apertar o tal botão, em seguida a criança esquece o brinquedo em algum canto. Volta-se, então, para o que mais lhe interessa, para objetos bem elementares: potes, sucatas, as panelas da cozinha...
   Brinquedos que brincam sozinhos insultam a capacidade criativa da criança (criar é ser ativo/não passivo) e desfazem o paradoxo onde algo pode ser e não ser ao mesmo tempo, que é a lógica da brincadeira e o que a torna fascinante. Imaginemos uma criança muito pequena, que observa a mão do adulto percorrer seu corpo, fazendo de conta que é a “dona aranha que subiu pela parede...”. Se a mão for só a mão, não há brincadeira. Neste momento a mão é mão, mas também é aranha. E ao mesmo tempo em que é aranha, não é aranha, porque se for só aranha e não for mão, a criança irá se assustar.
   É isso que uma criança faz quando brinca: dá vida aos objetos, faz de conta que uma coisa é outra, faz de conta que ela mesma é outra coisa, e assim cria sua história. É aí que está a fonte de prazer que ela encontra no brincar, mas também é fonte de aprendizagem, transformação, e produção de subjetividade. Brinquedos autossuficientes que poupam a criança de esforços e a mantém paralisada não propiciam este espaço de criação, porque não permitem serem modificados nem servem às invenções da imaginação.
   Uma criança que não consegue transformar um toco de árvore em carrinho ou um sabugo de milho em boneca, e neles só vê um toco ou um sabugo, merece atenção. Se o brinquedo faz tudo pela criança, a única possibilidade que resta a ela é fazer nada e, sendo assim, o objeto esvazia-se em sua função. Isso não significa que defendemos a condenação da tecnologia, mas é importante não esquecermos que o essencial na cena do brincar é que a criança tenha espaço para criar e modificar os objetos de acordo com seus desejos, sendo ela a protagonista e não o brinquedo.

Carina Streda - Psicopedagoga Clínica (carinastreda@terra.com.br)
Membro da Associação Noroeste de Psicopedagogia ANOPp-RS (Entre em nosso site e conheça a Psicopedagogia e alguns profissionais que atuam na região:
http://anopprs.site.com.br/).



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